«Em democracia quem governa é quem o povo escolhe», afirmou Sócrates
Fica, portanto, de lado o doce/amargo idealismo de ser o povo a governar, a ter escolhas que vão para além de marcar uma cruzinha numa folha de papel, altura singular em que optam por alguém que pensam ser melhor, mas que depressa irão perceber tratar-se apenas de mais um, que só difere dos outros na cor dos autocolantes, aventais e músicas. Assim que a velha Bic termina a cruz, acabou-se! Finito! Está escolhido o guia ( não traduzam isto para alemão... )! Voltem para casa, voltem para os empregos e, essencialmente, paguem os vossos impostos. O guia que vocês elegeram precisa urgentemente de dinheiro! Não para vos ajudar, claro... A não ser que vocês façam parte da pandilha, obviamente... Há uma manada de amigos, comparsas, amigos de amigos, amigos de afilhados, conhecidos do primo, gente com poder, gente que quer ter poder, que aguarda sofregamente a abertura da cancela que lhes permita ir ruminar para pastos mais verdejantes! E é claro que essa vara necessita de dinheiro. "It's all about the money"...
" A melodia própria das palavras, supera em muito, o seu significado literal. As palavras que uso não pertencem a nenhuma língua morta, mas a um idioma atemporal, como são os sentimentos, e principalmente e antes de todos eles, o amor”.
[Emma Shapplin]
Segundo algumas fontes, Emma Shapplin é o nome artístico de Crystêle Madeline Joliton, mas segundo outras fontes, seu verdadeiro nome seria Marie-Ange Chapelain.
Para seus biógrafos, Emma é uma mulher e uma artista dotada de um temperamento particularmente romântico, misterioso e passional. Intérprete de canções da chamada “música clássica européia” e músicas do gênero “crossover rock”, que poderíamos definir como sendo um clássico invadindo o rock ou uma música operística de cores e concepções pop...

Como seu registro vocal é de soprano, está em perfeitas condições de cantar com tonalidades modernas e típicas da música pop, numa curiosa mistura que une o antigo ao moderno.
Emma canta em língua italiana dramas escritos por ela própria, ao estilo das árias de óperas líricas do repertório barroco, e do chamado período “ottocentesco”.
E assim, Emma descobre modelos arcaicos da língua italiana, recuperando versos de Dante e Petrarca, vistos e interpretados através de ângulos bastante particulares, interessantes e originais.
Os mes
mos critérios são usados pela artista nos textos latinos, que assumem uma sonoridade bastante sugestiva. A parte musical é um bom suporte para esta dramatização de sentimentos e afetos, conjugando assim as características principais da música lírica com as nuances tipicamente sensuais da música pop.
Emma é filha de um chefe de polícia e de uma secretária e tem dois irmãos maiores e nasceu em 19/05/1974 numa cidadezinha nos arredores de Paris.
Ficou fascinada pela música vocal quando tinha apenas 11 anos, depois de ver um comercial na televisão. Logo após a adolescência ingressa no mundo do espetáculo, quando fazia parte de uma banda de rock.
Quando tin
ha 18 anos, por um destes acasos da vida, conheceu a soprano Régine Crespin no conservatório, e este encontro levou a um outro, quando conhece o cantor Jean Patrick Capdeville famoso na França nos anos 80, que ficou impressionado com a voz e o talento de Emma.
Aos 19 anos, ela deixa a família e sua cidade e muda-se para Paris, e desde então Jean Patrick tem sido seu mentor artístico até hoje e incentivou-a a voltar ao conservatório para continuar estudar canto.
Em 1997, às vésperas de um espetáculo, os dois resolveram produzir um cd, “C
armine Meo”, que assim tornou-se o álbum de estréia de Emma, além de lhe dar um Disco de Ouro apenas três meses após ser lançado.
O disco rodou por vinte e seis países, incluindo Grécia e Nova Zelândia e tornaram Emma conhecida internacionalmente, principalmente após o compositor americano Graeme Rivell ter escolhido a voz dela para a trilha do filme “Red Planet” e ter produzido as faixas do seu segundo cd, “Etterna”, gravado em 2002.
“La notte etterna”, uma das faixas do cd foi escolhida para a campanha publicitária do chocolate Ferrero Rocher em 2006

A discografia de Emma não é tão grande, mas é bem representativa de seu estilo híbrido levado a efeito de maneira tão competente. Três cd’s “Carmine Meo”, “Etterna” e “The concert in Caesarea”(*), cinco singles e dois dvd’s.
Material suficiente para conhecer o talento e a criatividade de Emma e todos os envolvidos na produção de seus discos e dvd’s.

Santo?! Não... Herói! Herói Português! Este país não precisa de santos, precisa urgentemente de heróis!
Agora é ver os politícos falarem do Condestável como se não fossem eles os primeiros a ficar sem cabeça, caso ele voltasse à vida!
"Amigos! Eu não sei o que vos diga mais, mas quero dizer-vos que quanto mais forem os castelhanos e maior a sua grandeza, mais acrescentada ficará a nossa honra e louvor quando os vencermos. Quanto ao facto de estarem nas hostes dos castelhanos os meus irmãos não vos preocupeís, pois garanto-vos que mesmo que entre eles estivesse meu pai eu não deixaria de lutar pelo meu Mestre, nem deixaria de defender a terra que me criou."
- D. Nuno Álvares Pereira, Batalha dos Atoleiros
Tanto uns como os outros são gente desencantada... E porque junto aqui aqueles que estiveram em lados opostos da barricada? Porque é fácil constatar que, esquecendo as diferenças ideológicas, o desencanto é igual. As palavras são idênticas...
A verdade é que muitos dos que defenderam Abril acabaram por se perverter e que muitos dos que estiveram contra acabaram por se acomodar. Tornaram-se Vampiros... Os que comem tudo e não deixam nada! São tantos que as suas asas abertas enegrecem o país. Sem sangue, este povo tornou-se apático, anémico...
Os que não viveram Abril nem o que o antecedeu, vivem com sonhos de mudança ou então estão já tão desencantados que já nem conseguem ter sonhos... Já nem querem saber de idealismos. É difícil ter sonhos, quando se luta diariamente por ter pão na mesa...
E aí vão eles para a França, Angola, Irlanda...
Desgraçado é o país que vira as costas a alguns filhos, enquanto outros chafurdam alegremente no sangue de Portugal!
Os vampiros vão engordando... Estão agarrados como lapas a um corpo incapaz de se defender, que já se acostumou doentiamente a ser chupado por corruptos, incapazes, vigaristas, gente que usa o país para se servir a si própria - os "mandadores sem lei".
Impunidade, corrupção, enriquecimento ilicito, reformas douradas VS reformas miseráveis, desemprego...
Eu estou-me nas tintas para as ideologias, o que me interessa é a verdade, a justiça, um país justo! Venha uma revolução! Mas que venha com uma defenestração! E que hajam janelas suficientes por onde atirar tanto vampiro! Depois cá estaremos para garantir que não surgem novos vampiros...
No âmbito da Festa do Livro , o Fórum Fnac proporciona neste dia a um debate aberto sobre a literatura fantástica com a presença de escritores, e muitos seres mitológicos! Este colóquio será moderado pela Prof. Dra. Maria do Rosário Monteiro (doutorada em Ciências Literárias (Literatura Comparada) - A Simbólica do Espaço em The Lord of the Rings e Earthsea) e contará com a presença dos escritores Luísa Fortes da Cunha (Teodora e o Segredo da Esfinge), Filipe Faria ( Crónicas de Allaryia) e Pedro Ventura (Goor - A Crónica de Feaglar).


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