Terça-feira, 6 de Janeiro de 2009

Cientista aponta condições para vida no subsolo de Marte

Sonda ExoMars

 

No subsolo de Marte pode haver condições para o surgimento de formas de vida. A afirmação é do subdiretor do Instituto de Pesquisas Espaciais da Academia de Ciências da Rússia, Oleg Korablev.

 

"A superfície do planeta vermelho é pouco apta para a vida, mas no subsolo, à pequena profundidade, as condições para que esta exista podem ser completamente aceitáveis", afirmou o cientista, que destacou a importância da missão da sonda ExoMars para Marte, que está sendo preparada pela ESA (Agência Espacial Europeia, na sigla em inglês).

 

Em Marte "há um pouco de ozônio, mas a grossura da atmosfera é tão pequena que a radiação solar ultravioleta chega à superfície do planeta quase com toda sua força e, literalmente, a esteriliza", afirmou em entrevista à agência Interfax.

 

Korablev afirmou que em Marte "é necessário cavar, e não apenas cavar um pouco, como fizeram sondas norte-americanas, mas perfurar o solo". Essa é uma das missões da ExoMars.

 

A ExoMars tem como missão principal procurar sinais de vida passada ou presente em Marte. Para tanto, terá de chegar a lugares que oferecem mais condição de vida e recolher material a até dois metros de profundidade no solo. As amostras serão analisadas por um laboratório a bordo.

 

Dotado da maior variedade de instrumentos científicos já transportada a Marte, o robot poderá submeter o material a um grande número de testes se houver indicação da existência de organismos.

 

"Trata-se de uma análise voltada à busca de produtos biológicos e plantas de vida biológica", declarou Korablev.
 


in ARQUIVOS DO INSÒLITO

 

 

publicado por sá morais às 23:20
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Quinta-feira, 9 de Outubro de 2008

Vaticano admite que pode haver vida fora da Terra

 
O director do observatório astronómico do Vaticano, padre José Gabriel Funes, afirmou que Deus pode ter criado seres inteligentes em outros planetas do mesmo jeito como criou o universo e os homens.
 

"Como existem diversas criaturas na Terra, poderiam existir também outros seres inteligentes, criados por Deus", disse o director do observatório conhecido como Specola Vaticana.

 

"Isso não contradiz nossa fé porque não podemos colocar limites à liberdade criadora de Deus", acrescentou Funes, em entrevista ao jornal L'Osservatore Romano, órgão oficial de imprensa da Santa Sé.

 

Na entrevista ao jornal do papa, o padre Funes, jesuíta argentino de 45 anos de idade, cita São Francisco ao dizer que possíveis habitantes de outros planetas devem ser considerados como nossos irmãos.

 

"Para citar São Francisco, se consideramos as criaturas terrestres como 'irmão' e 'irmã', por que não poderemos falar também de um 'irmão extraterrestre'?", pergunta o padre. "Ele também faria parte da criação."

 

Perspectiva

 

Na opinião do astrónomo do Vaticano, podem haver seres semelhantes a nós ou até mais evoluídos em outros planetas, ainda que não haja provas da existência deles.

 

"É possível que existam. O universo é formado por 100 bilhões de galáxias, cada uma composta de 100 bilhões de estrelas, muitas delas ou quase todas poderiam ter planetas", afirmou Funes.

 

"Como podemos excluir que a vida tenha se desenvolvido também em outro lugar?", acrescentou. "Há um ramo da astronomia, a astrobiologia, que estuda justamente este aspecto e fez muitos progressos nos últimos anos."

 

Segundo o cientista, estudar o universo não afasta, mas aproxima de Deus porque abre o coração e a mente e ajuda a colocar a vida das pessoas na "perspectiva certa".

 

Padre Funes diz ainda que teorias como a do Big Bang e a do evolucionismo de Darwin, que explicam o nascimento do universo e da vida na Terra sem fazer relação com a existência de Deus, não se chocam com a visão da Igreja.

 

"Como astrónomo, eu continuo a acreditar que Deus seja o criador do universo e que nós não somos o produto do acaso, mas filhos de um pai bom", afirma.

 

"Observando as estrelas, emerge claramente um processo evolutivo, e este é um dado cientifico, mas não vejo nisso uma contradição com a fé em Deus."

 

Ateísmo

 

Na visão do religioso, estudar astronomia não leva necessariamente ao ateísmo.

 

"É uma lenda achar que a astronomia favoreça uma visão ateia do mundo", disse o padre. "Nosso trabalho demonstra que é possível fazer ciência seriamente e acreditar em Deus. A Igreja deixou sua marca na história da astronomia."

 
 

Director da Specola Vaticana desde 2006, padre Funes lembrou na entrevista que astrónomos do Vaticano fizeram importantes descobertas como o "raio verde", o rebaixamento de Plutão e trabalhos em parceria com a Nasa, por meio do centro astronómico do Vaticano em Tucson, nos Estados Unidos.

 

A sede do observatório do Vaticano se localiza em Castelgandolfo, cidade próxima de Roma, onde fica situado o palácio de verão do papa, desde 1935.

 

O interesse dos pontífices pela astronomia surgiu com o papa Gregório 13, que promoveu a reforma do calendário em 1582, dividindo o ano em 365 dias e 12 meses e introduzindo os anos bissextos.

Fonte: BBC
 in Arquivos do Insólito

 

 

publicado por sá morais às 11:16
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Quinta-feira, 2 de Outubro de 2008

NASA Swipes Idea from Space:1999

Space:1999 - Eagle

Now I'll grant you that the main function of Moonbase Alpha was to look after the nuclear waste generated on Earth, but this new NASA concept of having a nuclear power station on the moon does remind one a great deal of Space:1999:

NASA Eyes Nuclear Power for Moon Base

"Nuclear power could make a comeback beyond Earth if NASA goes forward with a proposed a fission reactor in its future moon base. A fission-powered system could generate up to 40 kilowatts and give any lunar outpost enough power to supply eight houses on Earth. More importantly, astronauts will require a reliable and steady energy source on the moon and Mars."

 

 

publicado por sá morais às 18:24
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Sábado, 20 de Setembro de 2008

Large Hadron Collider (LHC)

 

 

Avaria obriga a parar acelerador de partículas da Cern


O maior acelerador de partículas do planeta, o LHC (Large Hadron Collider) que começou a funcionar a 10 de Setembro e considerada a maior experiência científica do século, ficará fora de serviço por pelo menos dois meses devido a um derrame de hélio, informou hoje a Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear (Cern).

Numa nota, a entidade explicou que na sexta-feira houve um derrame de hélio num sector do túnel do LHC, aparentemente por causa de uma ligação eléctrica defeituosa entre dois ímãs, o que causou uma falha mecânica.

No LHC, um túnel circular de 27 km entre França e Suíça, os cientistas da Cern pretendem recriar as condições do «Big Bang» mediante a colisão frontal de partículas à velocidade da luz.

 

Earlier this week, the Large Hadron Collider near Geneva, which is the world’s most massive particle accelerator project – both physically and in the scope of its purpose – has been taken offline due to an electrical fault in one of its systems. The fault had been fixed by Thursday, and today the LHC has been put back online.
The Large Hadron Collider accelerates streams of protons and other particles through a collider ring, because it would be impractical to accelerate them linearly – you’d need too much space. Therefore, there must be a way to keep the particles spinning in circles, because they would otherwise tend to move in a straight line as per Newton’s first law of motion.
While the actual acceleration is achieved by way of an electric field which pushes the electrically charged proton beams ahead, steering and focusing them is done with a magnetic field created by over 1,600 massive dipole magnets, most weighing over 27 tons. These magnets are pumped with 12,000 amps of electrical energy, and thus must be made superconductive.
To make a superconductive magnet, you have to keep it cold, very cold. Minus 271.3 degrees Celsius, or 1.2 degrees Kelvin; that’s close to absolute zero, and colder than the temperature of outer space. To achieve this, the largest cryogenic facility on the planet has been built around the LHC; it uses 96 tons of liquid helium to keep the magnets frosty.
Thursday last week however, there was a glitch. One of the transformers powering the massive cryogenic plant failed. It took about a week to replace the specialized equipment, and on Thursday they started cooling the magnets back down. The system will be back up and running soon.
 
Já é muita avaria para o meu gosto, apesar de entender ( vagamente ) a complexidade da coisa... Avarias ou necessidade de parar para pensar??
 
Voltando ao cerne da questão: compreender o início do Universo?!? Nós, humanos, que ainda nem sabemos muito do que existe nas profundidades abissais do nosso planeta? E sinceramente nunca atinei muito com a teoria do Big Bang...

 

 

Actualização 23 -09 - 2008

Super acelerador de partículas vai ser desligado
O Large Hadron Collider, instalado na fronteira franco-suíça, vai ser desligado até ao próximo ano devido à fuga de uma tonelada de hélio líquido. Partes da super máquina aqueceram até aos 100 graus centígrados e os bombeiros foram forçados a intervir

 

publicado por sá morais às 13:49
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Quinta-feira, 11 de Setembro de 2008

Large Hadron Collider (LHC)

 

 

 

 

 

Quase 9.000 cientistas se reuniram nesta quarta-feira na fronteira entre a Suíça e a França para realizar o primeiro teste com o LHC (Grande Colisor de Hádrons), a máquina mais poderosa do mundo que tentará reproduzir o Big Bang, a explosão que deu origem ao Universo.

 

O teste realizado consistiu em atirar o primeiro feixe de prótons em um gigantesco túnel circular de pouco mais de 27 quilômetros de comprimento para observar a colisão das partículas e seus resultados. O equipamento tem como objetivo revolucionar a forma como enxergamos o Universo hoje.

Colocados no acelerador, os prótons deram uma volta completa no enorme túnel. O êxito do primeiro teste foi muito comemorado pelas dezenas de cientistas presentes na sala de controle do organismo, que aguardavam com expectativa o resultado.

 

"Tenho certeza de que funcionará", disse o diretor-geral do Cern, Robert Aymar, minutos antes do início do teste, em um ambiente ainda cheio de expectativa.

 

O diretor do projeto LHC, Lyn Evans, tinha anunciado antes que não era possível saber quanto tempo o feixe demoraria para colidir, o que ocorreu em pouco mais de 50 minutos.

 

Miniburaco negro

 

Uma grande apreensão tomou conta dos momentos iniciais antes do primeiro teste, conduzido por Evans. O grande temor por trás das pesquisas com o LHC são as notícias de que o experimento de colisões de hádrons (partículas como prótons e nêutrons) pela máquina poderia criar um "miniburaco negro" que engoliria a Terra.

 

"É irreal. Isso não faz sentido", disse James Gillies, o porta-voz do Cern (Organização Européia para Pesquisa Nuclear), organização responsável pelo LHC.

 

Por meio de testes com choques de prótons e nêutrons, os pesquisadores querem saber logo que segredos do Universo serão desvendados pelo aparelho, desde a origem da massa até a estrutura da matéria escura.

 

Situado sob a fronteira entre Suíça e França, a uma profundidade até 120 metros, o enorme colisor de partículas é constituído por 60 mil computadores e custou mais de US$ 10 bilhões.

 

Em entrevista à imprensa internacional, Gillies afirmou que o mais perigoso incidente que poderia ocorrer com o LHC é o equipamento se quebrar e acabar soterrado sob a Europa. Além disso, ele declarou que no estágio inicial o colisor só funcionará parcialmente, sendo que o potencial máximo do LHC só deverá ser alcançado após um ano.

 

"Nesta quarta-feira nós começaremos com pouco", disse. "O que nós estamos colocando para funcionar é uma pequena parcela de feixes a baixa intensidade. Isso nos dará experiência para conhecer melhor a máquina."

 

Somente depois do primeiro teste será possível saber se o maior acelerador de partículas do mundo funciona corretamente, mas os primeiros impactos das partículas não serão produzidos durante alguns meses. Só após esse tempo será iniciada a obtenção de dados.

 

Construção

 

A realização do LHC foi algo tão complexo quanto as experiências que devem ser feitas nele. "Primeiro, foi necessário construir a máquina no túnel, algo que começamos a fazer há muitos anos, e depois tivemos de aprender a resfriá-la", explicou o engenheiro espanhol Antonio Vergara Fernández.

"São quase 28 quilômetros de acelerador que precisaram ser resfriados a -271°C", afirma. "Isso começou a ser feito há quase um ano e meio, depois tivemos de conseguir acender a máquina e ver que todos os sistemas funcionavam, mas sem introduzir nenhuma partícula no acelerador."

 

Esse processo para verificar se a máquina estava pronta para receber os prótons "durou cerca de dois anos". O passo seguinte consistiu em preparar o feixe de prótons do mecanismo, para que entrassem no acelerador e pudessem colidir com outras partículas no túnel.

 

Está previsto para que o primeiro feixe de prótons comece a circular no acelerador no começo da manhã desta quarta. O objetivo do primeiro dia de funcionamento do LHC é conseguir que os prótons dêem uma volta em todo o anel gigante.

 

"No início, não conseguiremos. É um processo muito complexo", disse Vergara. "São 28 quilômetros e haverá defeitos que corrigiremos pelo caminho. Faremos o primeiro disparo, os prótons entrarão, se perderão, mas conseguiremos ver onde e como se perderam, e faremos as remodelações necessárias do controle central para depois voltarmos a tentar."

Fonte: Folha Online
 

 

 

 O que me preocupa aqui é mais uma questão de "base"... A nossa ciência ainda não encontrou cura para o cancro, para a Sida ( etc, etc... ) e ainda se vê à rasca com o vírus da gripre... A construção de um carro "limpo" ainda surge como uma dor de cabeça... Fazemos uma tosca exploração espacial... Ainda não conseguimos prever perfeitamente as catástrofes naturais... E os nossos cientistas querem simular os momentos da criação do universo?! Não deixa de ser irónico... Também me preocupam as tais "coisas que nunca foram vistas".

 

 

O conceito para leigos é mais ou menos assim:

Partículas diferentes colidindo geram coisas diferentes que geram resultados desconhecidos e inesperados.

Então… o Large Hadron Collider acelera coisas, essas coisas colidem e ao colidirem vão criar alguma outra coisa diferente das coisas iniciais que ainda não foram vistas.

Acredita-se ainda, que alguns eventos que serão conhecidos nas pesquisas realizadas no LHC, podem estar acontecendo em algum lugar do universo ou num “Tempo” diferente do nosso. A exemplo da pesquisa que tenta indentificar o que aconteceu nos primeiros momentos do surgimento do universo.

 

Entendeu, entendeu? Não!?

 

 

 

Clique aqui e acesse o site oficial do LHC.

 

Clique aqui e confira o acelerador da USP.

 

 

 

publicado por sá morais às 10:50
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Segunda-feira, 8 de Setembro de 2008

Estudo derruba mito do Neanderthal 'pouco inteligente'


Para os cientistas, Neanderthal e Sapiens eram apenas diferentes


Um estudo feito por cientistas britânicos e americanos produziu novas evidências contrariando a teoria de que o Homem de Neanderthal (Homo neanderthalensis) teria se tornado extinto porque era menos inteligente do que o homem moderno (Homo sapiens).

A equipe demonstrou que utensílios de pedra criados pelo Homo sapiens não eram mais eficientes do que os usados pelo Homo neanderthalensis - e portanto não podem ser vistos como prova de sua superioridade intelectual.

 

O estudo, publicado nesta terça-feira pela publicação científica Journal of Human Evolution, derruba mais uma teoria endossada por cientistas nos últimos 60 anos.

 

Outros estudos recentes sugerem que o Homem de Neanderthal era tão bom caçador quanto o Homo sapiens. Os cientistas também não encontraram desvantagens claras em sua habilidade de se comunicar.

 

“Diferente”

 

O autor principal do estudo é Metin Eren, estudante de Arqueologia Experimental da University of Exeter, na Grã-Bretanha. Segundo ele, "está na hora de os arqueólogos começarem a buscar outras razões pelas quais o Neanderthal ficou extinto".

 

"Tecnologicamente, não há vantagem clara de uma ferramenta sobre a outra", diz Eren. "Quando pensamos no Neanderthal, precisamos parar de pensar em termos de estúpido e menos avançado e (começar a pensar) mais em termos de diferente".

 

A equipe, integrada por pesquisadores da University of Exeter e também pelas universidades americanas Southern Methodist University e Texas State University e pela empresa americana Think Computer Corporation, passou três anos produzindo utensílios de pedra.

 

Eles recriaram lascas usadas por ambas as espécies e também lâminas um pouco mais estreitas, adotadas mais tarde pelo Homo sapiens.

 

Até o presente, arqueólogos acreditavam que as lâminas mais estreitas, desenvolvidas pelos ancestrais humanos, eram mais eficientes do que as lascas, e usavam isto como prova da superioridade intelectual do Homo sapiens.

 

Os pesquisadores decidiram testar a eficiência dos utensílios, comparando o número de artefatos produzidos, o tamanho da superfície cortante criada, a quantidade de matéria-prima consumida em sua fabricação e quanto tempo duravam.

 

A equipe concluiu que não há diferenças estatísticas em termos da eficiência das duas tecnologias.

 

Pelo contrário: em alguns aspectos, segundo os cientistas, as lascas usadas pelo Homem de Neanderthal eram mais eficientes do que as lâminas adotadas pelo Homo sapiens.

 

Evolução

 

As lâminas foram produzidas pelo Homo sapiens durante o período em que colonizou a Europa, vindo da África, há aproximadamente 40 mil anos.

 

O uso da lâmina era tradicionalmente visto como um avanço tecnológico fundamental, que teria ajudado o nosso ancestral a ultrapassar, e finalmente erradicar, seu "primo" Neanderthal.

 

Acredita-se que a espécie Homo neanderthalensis evoluiu na Europa durante a Idade do Gelo, enquanto a Homo sapiens teria evoluído na África antes de se espalhar pelo resto do mundo cerca de 50 ou 40 mil anos atrás.

 

O Homem de Neanderthal teria ficado extinto há cerca de 30 mil anos. Se o cálculo estiver correto, há um período de dez mil anos em que as duas espécies podem ter existido simultaneamente na Europa e, possivelmente, interagido.
 

 
 
publicado por sá morais às 21:35
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Quarta-feira, 3 de Setembro de 2008

Cientistas levam a tribunal caso de acelerador de partículas europeu


Um grupo de cientistas apresentou uma denúncia perante o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos em Estrasburgo, para que seja paralisado o teste do Grande Colisor de Hádrons (LHC), da Organização Européia para Pesquisa Nuclear (Cern, em francês), diante do risco de que um buraco negro seja gerado.

O início do funcionamento do LHC está programado para 10 de setembro no Cern, situado em um túnel sob a fronteira franco-suíça.

 

A denúncia foi assinada por vários cientistas, entre eles o professor de bioquímica alemão e teórico do caos Otto Rössler, e foi coordenada pelo vienense Markus Goritschnig.

 

Segundo Goritschnig disse à agência de notícias suíça "ATS", os litigantes lamentam que não tenha sido feito um exame de riscos exaustivo sobre o projecto do acelerador igual ao feito, por exemplo, com as usinas nucleares.

 

Eles afirmam que a colisão de partículas no acelerador poderia provocar a aparição de pequenos buracos negros, capazes de aspirar o planeta e fazê-lo desaparecer.

 

"O risco é suficientemente alto para fazer com que o projeto seja detido", argumentam.

 

O Cern está examinando a denúncia, segundo declarou o porta-voz James Gillie, que lembrou que a organização mantém sua postura de que não há motivos para preocupação, pois o LCH não faz nada que não seja produzido de forma natural no Universo.

 

No dia 10 de setembro, milhões de prótons percorrerão os 27 quilómetros do LHC num só sentido, com o objectivo de ver se funciona correctamente, mas não serão produzidos choques de protões durante alguns meses, até que alcance a sua máxima potência e quando terá início a obtenção de dados.

 

O objectivo do LHC é ajudar a desvendar mistérios como a última estrutura da matéria, as propriedades das forças fundamentais e as leis que regem a evolução do Universo.

 

O acelerador consiste em um enorme anel de ímãs resfriados a -271ºC com 27 quilómetros de circunferência.

A segurança do LHC foi motivo de debate durante anos e, em março, um grupo de críticos entrou com um processo num tribunal do Havaí (EUA), afirmando que existia "um risco significativo de a operação ter consequências que poderiam resultar na destruição de nosso planeta".

Fonte: EFE
 
 
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Sexta-feira, 29 de Agosto de 2008

Cientistas portugueses criam transístor de papel

 
 
 
Uma descoberta poderá tornar muito mais baratos e biodegradáveis os transistores, componentes eletrônicos que amplificam sinais elétricos.

Uma pesquisa coordenada por dois cientistas portugueses conseguiu desenvolver o primeiro transistor tendo como base o papel.

"O custo do transistor em silício deve ser mil vezes maior do que do transistor em papel", diz Elviera Fortunato, da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, que, junto com Rodrigo Martins, lidera a investigação.

"Em papel, o processo ocorre à temperatura ambiente e para a bolacha de silício é necessário um processo térmico a 1.200 graus centígrados."

O transistor de papel surgiu a partir da pesquisa de novos materiais. Inicialmente, o objetivo era encontrar transistores descartáveis para uso em sensores biológicos com aplicações na medicina.

Outros usos seriam em telas de papel e etiquetas inteligentes.

"Normalmente, três a quatro anos é o período de transição do laboratório para a indústria", ela afirma.

O pedido de registro de patente já foi feito e um artigo sobre o novo transistor será publicado na revista científica Electron Device Letters de setembro.

Vantagens e desvantagens

Elvira explica que, para o transistor, coloca-se sobre o papel uma camada de óxido semicondutor - no caso, óxido de zinco.

"O papel nesse caso tem duas funções. É o isolante elétrico do transistor e também o suporte físico."

Entre as vantagens que ela aponta para o papel estão a de ser um suporte flexível para o transistor, muito mais leve e mais fino.

No silício, a camada de semicondutores tem 500 micrômetros de espessura, enquanto a camada de óxido de zinco sobre o papel tem apenas alguns nanômetros.

A principal desvantagem é ser menos resistente.

"O objetivo não é competir com o silício. Quando fazemos um teste de gravidez ou de glicemia, utilizamos uma tira de papel que funcionam com uma reação química", diz Elvira.

"Com um transistor descartável seria possível obter informações complementares a partir desses testes."

in  BBC

publicado por sá morais às 23:27
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Sábado, 23 de Agosto de 2008

Projecto Yeti Japão 2008

 

 

Partiu do Japão no último sábado (16), uma expedição que durará dois meses, liderada pelo alpinista Yoshiteru Takahashi de 65 anos, com destino as montanhas de Dhaulagiri no Nepal central.

O objectivo da expedição, a terceira de Takahashi, composta de sete pessoas, é encontrar o yéti, que o alpinista afirma ter visto em 2003.

Em uma expedição anterior na mesma região em 1971, companheiros do alpinista avistaram uma estranha criatura coberta de pelo, e com aproximadamente 1,50 metros.

No Website do projecto Yeti Japão 2008, Takahashi descreve sua observação de três silhuetas escuras no dia 27 de Setembro de 2003 no cume sudeste do monte Gurja Himal, "eram quase humanos e caminhavam sobre duas pernas".

Em uma recente entrevista ao jornal The Asahi Shimbun, o veterano alpinista declarou que "o yéti não é um urso, ou um macaco, é definitivamente uma criatura desconhecida que caminha sobre duas pernas".
Fonte: Cryptomundo.com
 

in ARQUIVOS DO INSÓLITO    

publicado por sá morais às 18:47
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Domingo, 15 de Junho de 2008

Podemos todos ser extraterrestres...

We may all be aliens, it seems.

Some of the building blocks of life on Earth came from space, according to a new study of molecules in meteorite fragments.

The study confirmed that some of the raw material for DNA and RNA found in a meteorite did not contaminate the rock after it landed on Earth, but actually originated in space.

The materials in question are the molecules uracil and xanthine, which are precursors to the compounds that make up DNA and RNA, and are known as nucleobases.

"We believe early life may have adopted nucleobases from meteoritic fragments for use in genetic coding which enabled them to pass on their successful features to subsequent generations," said the study's lead author, Zita Martins, a researcher in the Department of Earth Science and Engineering at Imperial College London.

Martins and her colleagues detailed their findings in the June 15 issue of the journal Earth and Planetary Science Letters.

The team discovered the molecules in rock fragments of the Murchison meteorite, which crashed in Australia in 1969. The scientists analyzed the genetic building blocks and found that they contain a heavy form of carbon which could only have been formed in space. Materials formed on Earth are made of a lighter type of carbon.

The two molecules in this study are only a few of the organic molecules that have been detected in the famous Murchison meteorite, said David Deamer, a chemist at the University of California, Santa Cruz.

"There are about 70 different amino acids in the Murchison meteorite," Deamer told SPACE.com. "About six or so are the same kinds of amino acids associated with life on Earth."

Uracil is one of the four base molecules of RNA, so is vital for life.

Just because the molecules found on this meteorite and others came from space, doesn't mean the same compounds weren't also independently synthesized on Earth, Deamer pointed out. Scientists are unsure how many of the building blocks of life on Earth originated on this planet, and how many came from beyond.

"We don't know the answer yet," he said. "Most people would say that both contributed to the organic compounds available on Earth, but we don't know with certainty how much of one compared to the other."

Many space rocks similar to the Murchison meteorite rained down on Earth between 3.8 and 4.5 billion years ago, when primitive life was forming. The heavy bombardment would have dropped large amounts of meteorite material to the surface on planets such as Earth and Mars.

Martins and her colleagues say their discovery may help shed light on how life first evolved in our solar system.

"Because meteorites represent leftover materials from the formation of the solar system, the key components for life — including nucleobases — could be widespread in the cosmos," said co-author Mark Sephton, a professor of Earth science and engineering at Imperial College London. "As more and more of life's raw materials are discovered in objects from space, the possibility of life springing forth wherever the right chemistry is present becomes more likely."

© 2007 Space.com. All rights reserved. More from Space.com.

 

Uma teoria que já conhecia e que me agrada, mas que lança novas perguntas.

publicado por sá morais às 12:50
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Sábado, 10 de Novembro de 2007

Deputados EUA alertam para choque perigoso de asteróide contra a Terra, NASA nega

 

  Os deputados norte-americanos acusaram a NASA de negligenciar a vigilância dos asteróides, sustentando que a Terra poderá ser atingida perigosamente por um deles em 2029 mas a agência espacial alegou que os riscos são mínimos.

  Segundo os deputados da Sub-Comissão da Câmara de Representantes do Espaço e da Aeronáutica, um asteróide, de nome "Apophis" ( um nome estranhamente apropriado, não? ), com 250 metros de diâmetro, poderá aproximar-se perigosamente da Terra em 2029.

  O deputado Tom Feeney explicou que, de acordo com os números da agência espacial norte-americana, vinte mil pequenos objectos cósmicos poderão "tocar" a superfície do Planeta e causar danos de dimensão regional.

  Contudo, para Donald Yeomans, responsável da NASA encarregue do programa de vigilância dos asteróides, existe uma probabilidade em 45 mil de o "Apophis" atravessar um "buraco gravitacional" e atingir a Terra em 2036.

  "É uma situação muito improvável e cuja possibilidade é, sem dúvida, zero", assegurou Yeomans.

  Todos os anos, a NASA consagra 4,1 milhões de dólares (2,7 milhões de euros) para a vigilância de asteróides (corpos menores do sistema solar).

  No entanto, a agência espacial norte-americana apenas observa preventivamente os asteróides com mais de um quilómetro de diâmetro.

Para a NASA, os riscos de um asteróide do tamanho do que "apagou" os dinossauros da Terra atingir novamente o Planeta são "muito ínfimos".

  De acordo com a agência espacial dos Estados Unidos, os asteróides capazes de provocar a extinção da Humanidade, com pelo menos dez quilómetros de diâmetro e comparáveis ao que colidiu com a Península do Iucatão, no México, há 65 milhões de anos, serão ainda mais raros.

    Temos aqui um preocupação genuina ou mais uma (estranha ) tentativa de desacreditar a NASA? Uma coisa é certa: já era tempo de haver um sistema que nos defendesse desta real ameaça!

publicado por sá morais às 01:02
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Sexta-feira, 27 de Abril de 2007

Gliese 581 c

Uma equipa de astrónomos europeus, entre os quais o francês Xavier Bonfils, do Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa, descobriu o primeiro planeta “habitável” fora do sistema solar. O “exoplaneta”, assim chamado por ser exterior ao Sistema Solar, tem cinco vezes a massa da Terra e está a uma distância de 20,5 anos-luz, na constelação balança.

(imagem ilustrativa: NSF )

Baptizado como “Gliese 581 c”, o novo planeta surge na última edição da revista ‘Astronomy and Astrophysics’, mas foi ontem apresentado por Xavier Bonfils. “Depois de conhecida a massa e a distância entre o planeta e a sua estrela, foi possível apurar que tem à superfície temperaturas entre 0 e 40 graus Celsius, o que o tornaria habitável”, afirma. “Não é gasoso, como Júpiter, sendo antes constituído por material rochoso, o que o converte no planeta mais parecido com a Terra encontrado até agora”, acrescenta.

( in CM/NASA )



Com estas temperaturas, o novo planeta deverá ser muito provavelmente um alvo importante de futuras missões espaciais. A partir de 2020, tanto a NASA como a Agência Espacial Europeia (ESA) têm previstas missões de busca de vida extraterrestre que poderão fornecer dados precisos sobre este e outros planetas “habitáveis”.

O planeta demora 13 dias a completar uma órbita em torno da sua estrela, uma das 100 mais próximas do Sol.

 

Saiba mais AQUI ou no site ESO

 

Excelente notícia, sem dúvida! A hipótese ( para muitos uma "velha" certeza ) de vida exterior à nossa Terra vai tendo cada vez mais provas.  


publicado por sá morais às 12:48
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Terça-feira, 10 de Abril de 2007

Chimpanzés vistos a caçar com lanças de madeira

Chimpanzés vistos a caçar com lanças de madeira

Já vimos imagens deles a utilizarem pedras para partir nozes e tirar lá de dentro o miolo calórico. Ou a beberem água por uma folha ou a raparem um galho para fazer um apanhador de formigas. O que ainda não se sabia é que os chimpanzés também fabricam lanças de madeira, que usam como armas de caça e não para fins bélicos.

Seguem até cinco passos na construção das lanças. Partem um ramo de uma árvore. Removem-lhe os ramos mais pequenos e as folhas. Ou afiam a ponta do ramo com os dentes. Dois cientistas observaram-nos nas savanas do Senegal, em Fongoli, entre Março de 2005 e Julho de 2006, e documentaram dez animais a fabricar 26 lanças de madeira.

Em média, as lanças dos parentes mais próximos dos humanos tinham 63 centímetros de comprimento. Empregaram-nas em 22 tentativas de caça, atirando-as às presas com movimentos muito rápidos. Depois de recuperarem as lanças, cheiravam-nas ou lambiam-nas. E as presas eram outros primatas, os gálagos-do-senegal, que se escondem em buracos de árvores ou se empoleiram nos ramos. Passam o dia a dormir e, assim que anoitece, começam a caçar insectos e aves. Numa das tentativas, os chimpanzés conseguiram que as lanças imobilizassem um gálago.

A fêmea adolescente
Até aqui, tinha-se documentado apenas o caso de um chimpanzé a caçar com a ajuda de uma ferramenta: na estação de Mahale, na Tanzânia, viu-se uma fêmea adolescente a utilizar um ramo para obrigar um esquilo a sair de um buraco. Mas poderia não passar de um caso isolado, sem repetição na natureza por outros chimpanzés. Agora, pela primeira vez, observaram-se chimpanzés a construir e usar armas de forma sistemática para caçar, o que indica tratar-se de um comportamento habitual.

A descoberta é relatada na revista científica “Current Biology”, por Jill Pruetz, da Universidade Estadual do Iowa, nos Estados Unidos, e Paco Bertolani, da Universidade de Cambridge, no Reino Unido. “Quando vi isto pela primeira vez, fiquei espantada”, conta Jill Pruetz à revista “Nature”.

E eles é que caçam com armas, certo? Não, são principalmente elas. Alguns machos jovens também participam nas caçadas. No entanto, os mais velhos parecem considerar que uma presa de apenas 200 gramas, como é o gálago-do-senegal, não valerá tanto esforço. “Talvez não seja suficientemente benéfico para os machos. Devido ao tamanho das presas, o pacote de proteínas é bastante pequeno”, especula Jill Pruetz.

“É típico nos primatas, quando existem inovações, em particular na utilização de ferramentas, que sejam as novas gerações a apreendê-las rapidamente. Os últimos a apreendê-las são os adultos, principalmente os machos”, comentou a investigadora à BBC on-line. Noutros sítios de África, os colobos são as presas mais perseguidas pelos chimpanzés das florestas, sobretudo machos. Mas estes macacos não existem na savana do Senegal, o que poderá ter levado as fêmeas chimpanzés de Fongoli a encontrar meios complementares de enriquecer as refeições.

Parece que elas, supõem os cientistas, decidiram explorar uma refeição ignorada por eles. Resta saber se outras populações de chimpanzés do Senegal, a casa de 500 animais, ou noutras partes de África, também constroem lanças de caça. Para já, esta descoberta deverá contribuir para se compreender um pouco melhor como os nossos antepassados desenvolveram estratégias de caça.

Para os humanos, as lanças de madeira mais antigas têm 400 mil anos. “Os múltiplos passos seguidos pelos chimpanzés de Fongoli no fabrico de ferramentas para caçar mamíferos envolvem um tipo de antevisão e complexidade intelectual que muito provavelmente caracterizava os primeiros antepassados humanos”, escrevem os cientistas.

Um espelho?
Chimpanzés e humanos também ficaram um pouco mais próximos. Sabemos que as ferramentas fazem parte dos vários modos de vida dos chimpanzés, desde que, na década de 60, a primatóloga americana Jane Goodall descobriu, na Tanzânia, que usavam nervuras das folhas para apanhar térmitas. Sabemos que transmitem esses conhecimentos às gerações, por isso, tal como nós, são detentores de uma cultura material. Agora acabámos de descobrir que as armas de caça não são exclusivas da espécie humana. Estaremos a ver-nos ao espelho?

Uma descoberta interessante que talvez prove que não estamos assim tão longe das restantes formas de vida deste planeta... E esta descoberta também vem "trocar as contas" às teorias cientificas actuais. "Except for one anecdote many years ago, there's never really been any evidence or suggestion that chimps would use weapons when they were hunting," Adoro quando são os dogmas que se tornam a anedota... E agora? Evolução paralela?

publicado por sá morais às 15:04
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Sexta-feira, 26 de Janeiro de 2007

Marte pode esconder água no subsolo.

O subsolo de Marte poderá conter reservas de água e de dióxido de carbono (CO2) que antigamente faziam parte da sua densa atmosfera, indica um estudo de investigadores europeus hoje publicado pela revista Science.

Os cientistas chegaram a essa conclusão ao constatar, em dados recolhidos pela sonda europeia Mars Express, que só uma pequena parte da atmosfera marciana, desaparecida há cerca de 3,5 mil milhões de anos, se dispersou por efeito dos ventos solares.

Stas Barabash, do Instituto Sueco de Física Espacial, e Jean-André Sauvaud, do Centro de Estudos Espaciais das Radiações, em Toulouse, dois dos autores do estudo, determinaram que apenas 0,2 a 4 milibares (unidade de pressão) de CO2 e alguns centímetros de água se perderam no espaço.

Quanto ao que se terá passado com a densa atmosfera de Marte, os investigadores julgam que poderá estar no subsolo do planeta.

Os dois robôs norte-americanos Opportunity e Spirit confirmaram que a atmosfera de Marte conteve água e CO2 num passado distante.

Numerosos indícios, como depósitos sedimentares, traços de margens e leitos de ribeiros ressequidos testemunham uma intensa actividade hídrica no passado de Marte.

A água no estado líquido desapareceu completamente da superfície do planeta, mas existe sob a forma de vapor de água na sua atmosfera, numa pequena proporção, e no estado sólido, sob a forma de gelo, nas calotes polares e nalgumas crateras.

Mas por essas quantidades serem insuficientes para explicar os traços geológicos observados, os autores do estudo admitem que possam existir grandes extensões de água no subsolo marciano.

Diário Digital / Lusa

Mais boas perspectivas do nosso vizinho...

publicado por sá morais às 15:49
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Active Denial System ( Nova fritadeira Tefal... )

The US military has given the first public display of what it says is a revolutionary heat-ray weapon to repel enemies or disperse hostile crowds.

Called the Active Denial System, it projects an invisible high energy beam that produces a sudden burning feeling.

Military officials, who say the gun is harmless, believe it could be used as a non-lethal way of making enemies surrender their weapons.

 Aí está um novo brinquedo para os US... Que no fundo nem é assim tão novo... Foi revelado agora! E isto já era uma ideia do Império do Sol Nascente lá pelos anos 40! Non-lethal? I wonder...

publicado por sá morais às 00:22
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Quinta-feira, 28 de Dezembro de 2006

Soyuz-Fregat leva Corot à procura de vida

Projecto da AEE vai procurar planetas que podem suportar vida. Lançamento foi hoje a partir da estação espacial de Baikonur.

Corot é a nave da Agência Espacial Europeia, que vai passar os próximos 30 meses a procurar planetas pequenas em órbita a volta de 120.000 estrelas. Até hoje, os planetas detectados fora do nosso sistema solar, utilizando grandes telescópios terrestres, conseguem localizar apenas gigantes gasosos, do tipo de Júpiter.

Corot vai procurar planetas menores, mais capazes de suportarem a vida extraterrestre, de acordo com os cientistas. Será o primeiro telescópio itinerante, que vai examinar estrelas distantes. Quando passar um planeta entre sua linha de visão e o superfície da estrela, haverá uma pequena redução na emissão de luz (até 300 partes por milhão), que Corot será capaz de detectar.

Corot também irá efectuar estudos do superfície dos planetas, medindo as ondas acústicas que as percorrem, utilizando uma técnica chamada asterosismologia.

Corot foi levado em órbita a bordo de um foguetão Soyuz-Fregat da estação de Baikonur hoje às 17.23 MSK.

publicado por sá morais às 15:14
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Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2006

Rapidinhas

 Cerca de 80 ratos passearam pela cabine de um avião das linhas aéreas sauditas provocando o pânico nos passageiros. Depois de interrogados pelo FBI, 3 dos ratos confessaram pertencer à Al Quaeda, nomeadamente à célula do Al Ratan com ligações a esgotos de treino na Siria e na própria Arábia Saudita. A ideia destes ratos era desviar o avião, fazer reféns os outros 77 ratos e depois fazer o avião embater na sede da Whiskas. Além de granulado explosivo, os ratos terroristas tinham ainda em seu poder livros do Mighty Mouse, o livro sagrado do Ratismo fundamentalista.

A sonda orbital europeia Mars Express enviou para Terra imagens que mostram Marte com uma topografia mais antiga e rugosa, escondida sob uma camada superficial mais lisa e recente, anunciou hoje a Agência Espacial Europeia (ESA). Marte formou-se há mais de 4,5 mil milhões de anos e os cientistas estã o na sua generalidade convencidos de que passou por uma fase inicial húmida e qu ente que acabou passados 1,5 a 2,5 mil milhões de anos, para se converter num planeta extremamente seco e frio. Aguardamos mais revelações!

 O CRÓNICA DE FEAGLAR está com mais vida! Continua a divulgação de Goor, agora aliada à divulgação de outros autores portugueses. Passe por lá!

 Infelizmente, um amigo nosso está com problemas!... Daqui segue um abraço especial para ele!


publicado por sá morais às 20:16
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Quarta-feira, 6 de Dezembro de 2006

Indícios de água em estado liquido em Marte!

Saiba mais na Skynews!

NASA photographs have revealed bright new deposits seen in two gullies on Mars that suggest water carried sediment through them sometime during the past seven years.

"These observations give the strongest evidence to date that water still flows occasionally on the surface of Mars," said Michael Meyer, lead scientist for NASA's Mars Exploration Program, Washington.

Liquid water, as opposed to the water ice and water vapor known to exist at Mars, is considered necessary for life. The new findings heighten intrigue about the potential for microbial life on Mars. The Mars Orbiter Camera on NASA's Mars Global Surveyor provided the new evidence of the deposits in images taken in 2004 and 2005.

"The shapes of these deposits are what you would expect to see if the material were carried by flowing water," said Michael Malin of Malin Space Science Systems, San Diego. "They have finger-like branches at the downhill end and easily diverted around small obstacles." Malin is principal investigator for the camera and lead author of a report about the findings published in the journal Science.

The atmosphere of Mars is so thin and the temperature so cold that liquid water cannot persist at the surface. It would rapidly evaporate or freeze. Researchers propose that water could remain liquid long enough, after breaking out from an underground source, to carry debris downslope before totally freezing. The two fresh deposits are each several hundred meters or yards long.

Mais no site da NASA

Parece que não só existe água congelada no solo marciano, como esta também surge à superfície do planeta em estado líquido. Excelentes notícias, a confirmarem-se estes dados!

publicado por sá morais às 18:25
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Terça-feira, 5 de Dezembro de 2006

A sonda “Mars Global Surveyor” da NASA detectou água líquida em Marte?

De acordo com a revista “Aviation Week and Space Technology”, a “NASA está pronta para anunciar uma descoberta de grande importância sobre a presença de água líquida emergindo do subsolo marciano.”

A confirmar-se a notícia, isto vai aumentar dramaticamente as possibilidades de haver ainda vida microbiana ou mesmo mais avançada que a dita no subsolo e solos marcianos e representará igualmente uma excelente notícia para qualquer missão tripulada que seja enviada a Marte, já que a água poderá ser usada quer como combustível, quer como fonte de consumo para os humanos e prescindir-se assim do muito dispendioso envio de toneladas de água para a viagem de regresso à Terra.

As fotografias que demonstram o fenómeno foram tiradas pela sonda Mars Global Surveyor em 27 de Novembro, curiosamente poucos dias depois de ter perdido o contacto com a Terra, mas a sonda Mars Reconnaissance Orbiter está ainda em órbita e entrou recentemente em plena operação e juntamente com a sonda europeia Mars Express poderão aprofundar esta importante descoberta.

A NASA vai organizar uma conferência de imprensa no dia 6 de Dezembro, pelas 1 p.m. EST, suspeita-se que para anunciar oficialmente esta descoberta e quem puder e quiser poderá mesmo assistir a esta conferência em directo, clicando AQUI.

Gentilmente cedido por Rui Martins.

E para além disto:

A Nasa elaborou um plano de estabelecer uma colónia de astronautas num dos  pólos sul da Lua por volta de 2020, primeira etapa de um programa ambicioso de exploração humana do sistema solar.

publicado por sá morais às 23:53
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Quinta-feira, 16 de Março de 2006

A respeito da perturbações magnéticas, gravitacionais...

Provavelmente já todos conhecem o famoso Triangulo das Bermudas. Menos conhecido é o seu correspondente na costa leste e sudeste do Japão, lugar do "Mar do Diabo", onde os ditos desaparecimentos acontecem em circunstancias igualmente bizarras. Estas são duas áreas onde os compassos apontam o verdadeiro norte, em vez do norte magnético, o que pode causar uma variação até 20 graus, o suficiente para desviar das suas rotas navios e aviões. Existe todo um rol de teorias para tentar explicar os fenómenos ocorridos nestas zonas, mas ainda não se chegou a qualquer consenso.

 

 

 

publicado por sá morais às 15:54
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